previsão do tempo

domingo, 14 de março de 2021

LEIS PARA AUMENTAR SUA FREQUÊNCIA..

1. APRENDA..

A ficar em silêncio nos momentos de maior turbulência..
Paz de espírito e paciência são seus melhores aliados durante as crises..
Conquistar esses atributos faz parte da sua evolução espiritual.. 

2. EVITE..

Julgar outras pessoas: sua percepção do mundo exterior faz parte do seu mundo interior..
Quando você fala mal dos outros, está falando mal de si mesmo..
Você os magoa e se magoa. Portanto, ame-os e ame a si mesmo..

3. CONCENTRE..

Sua atenção nas coisas que você mais gosta..
O que você resiste persiste..
Se você se concentrar no negativo, você o fará crescer.. 
Se você se concentrar no positivo, também o fará crescer..
Então, o que você escolhe ?

4. FIQUE QUIETO(A)..

Não é que seja ruim lutar, mas lembre-se de que é apenas um teste..
Você está pagando dívidas antigas ou as consequências de ações antigas.. 
Então, inspire, aceite e deixe fluir..
Quanto mais você permanece calmo e receptivo, mais limpa o seu carma.. 

5. TENHA ESPERANÇA..

O que parece real é apenas um produto de pensamento ruim de sua imaginação..Mude ! Pensamentos são coisas.. 
A realidade é criada por seu pensamento e pensamento coletivo.. 
Mude de idéia e você mudará sua realidade..

6. PERDOE, DEIXEI IR E LIBERE..

Pode ser difícil, mas é necessário..
Esses sentimentos negativos são o que sustentam o ciclo do carma..
Alguém tem que quebrar, começar a fazer ! 

7. SEMPRE FALE POSITIVAMENTE..

As palavras também formam a realidade, tanto a sua como a dos outros..
Cuidado com o que fala, seja positivo e afirmativo e escolha muito bem cada palavra..

8. MEDITE PELO MENOS UMA VEZES AO DIA.. 
(5 minutos seria um bom começo)..

É a melhor maneira de acalmar sua mente e entrar em contato com seu ser espiritual..

9. VISUALIZE SITUAÇÕES AGRADÁVEIS ​​PARA VOCÊ E TODOS OS SEUS ENTES QUERIDOS..

O que existe em sua mente se manifestará em sua realidade..
Crie essa realidade para você e para seus entes queridos, você estará criando felicidade e adicionando dharma..

10. DÊ AMOR, NÃO IMPORTA O QUE VOCÊ RECEBA."

domingo, 11 de dezembro de 2011

WICCA DA ASENÇÃO A QUEDA

Marcelo Samuel Siqueira Brauner

Ms. Maria Augusta de Castilho



RESUMO: O presente artigo traça 25 mil anos de historia trata-se de um delinear, a respeito de uma religião que quase desapareceu com as “Santas Inquisições”, e teve seu retorno por meio de um amador nos anos quarenta, aqui não falaremos de um aspecto específico, mas de uma maneira breve de um todo. Traçando – se este apanhado de informações entre os períodos, antigo e médio.

Palavras chave: roda do ano, Deusa, Deus, Bruxaria.

ABSTRACT: This article traces 25 thousand years of history this is an outline, about a religion that has almost disappeared with the "Holy Inquisitions," and had his return through an amateur in the forties, not here speak of a specific aspect, but in a brief way of a whole. Drawing - if this bundle of information between the periods, and old media.

Key words: Wheel of the Year, Goddess, God, Witchcraft.



1. Conceitos.

Wicca é uma religião de culto Pagão do latim Pagus “vilarejo, campestre, camponês”. Nos dias de hoje, nela encontramos resquícios das remotas culturas dos Celtas e mais especifico os Druidas. Tem tido cada vez maior popularidade devido a Gardner que com a queda da ultima lei que proibira a bruxaria já na Inglaterra publicou vários livros a respeito desta religião entre os anos de 50 e 60 sendo esta afirmação um apanhado praticamente todos os Sites voltados ao tema, e alguns livros e textos, “Wicca – a bruxaria saindo das sombras. Onde se dedica um capitulo a o mesmo” é um destes livros.

Outro fato importante ao contrario das grandes religiões , que por sua vez colocam a mulher de forma submissa e a natureza como dependente de algo abstrato. Na Wicca se destacam a natureza como progenitora e a mulher como sacerdotisa, uma vez que a “Grande Mãe” seja sua entidade sagrada mais conhecida. “Não foram inesperadas as respostas que obtive quando fiz o questionamento “Memória coletiva sob religião? Ciente que a religião Wicca, denomina seus ritos como Bruxaria, argumente?”no Yahoo respostas , onde obtive quatro visitantes, e dos quatro o primeiro citou uma resposta comum da internet sem o mínimo de participação do seu ponto de vista, os seguintes disseram que “é coisa do demônio ”, “coisa de fã do filme H P”pois não se trata de uma religião com templos exuberantes, menos ainda de algo presente na mídia. Mas esta religião desconhecida por diversas pessoas tem com sigo riquíssimos ritos e mantém crenças e rituais que podem nos levar aos primórdios da sociedade norte européia.

2. Altar

O altar Wicca é composto de vários itens tais como. Ídolos dos princípios Feminino e Masculino, Athame, Pentagrama, Velas e Incensos. aqui buscaremos falar um pouco sobre os itens que compõe o altar, e sua função. Mas a você amigo cristão que vê a “oposição ao cristianismo” em todos os cantos deixo esta citação de “Gardner G. B. A Bruxaria Hoje. As pessoas tentam fazer-me dizer que, nos ritos, caveiras ou outras coisas repulsivas são usadas. Eu nunca vi tais coisas”, se bem que o próprio Gardner comenta que as Bruxas em tempos remotos utilizava – se uma caveira e ossos cruzados para representar o deus morte

Ele deve ficar ao norte, tendo ao oeste uma vela negra que simboliza a deusa, e ao leste uma vela branca que simboliza Cornifero. Também compõe o altar a varinha, o cálice, o pentagrama, e o athame. É comum mas não necessário o uso de elementos que representem os quatro elementos exemplo: penas para remeter ao Ar; frutos do solo (minérios, plantas, a própria terra) para representar Terra; vela vermelha, enxofre para representar o Fogo; e a própria Água em seu espaço.os Deuses podem ser simbolizados por suas respectivas estatuas os uma Concha para a Grande Mãe e um Chifre para o Cornifero, as vestes cerimônias normalmente são túnicas mas não são exigência a menos que diante de visitantes, não Wicca sendo que um dos preceitos desta religião é a simplicidade, a pureza do corpo humano é a mais simples das vestes.

Estas tabelas representam a organização do altar de acordo com os livros nelas citados.

Wicca para todos

Vela da Deusa Estatua da Deusa Vela da arte Estatua do Deus Vela do Deus

Pentaculo

Cálice Caldeirão Athame

Bastão



Guia essencial da bruxa solidaria

Símbolo ou vela da Deusa Os dois Símbolo ou vela do Deus

Incensário

Pote de água Vela vermelha Pote de sal

Taça Pentagrama Incenso

Bastão Caldeirão Para encantamento Athame

Sino Bolline











Wicca - a bruxaria saindo das sonbras

Vela negra Vela vermelha Vela branca

Pote com sal Pentagrama Incenso

Cálice Caldeirão Athame

Varinha



2.1. Consagração e purificação:

Na consagração dos objetos e utensílios para os ritos desta religião usa-se: Vela “Fogo”, Incenso “Ar”, Água consagrada “Água”, Sal consagrado “Terra”. Nisto pede-se aos Deuses de sua crença que purifiquem os utensílios. A consagração da Água e do Sal deve ser feitas junto ao circulo projetado.

Levante a peça e diga: Athena, Ouça! Hephaistos, escute! Eu os convoco e todos outros Deuses da Bruxaria! Eu dedico e consagro este anel (ou qualquer outra peça) a vocês. Se alguma vez eu tiver preenchido meus votos e agradado vossos corações, agora limpem este anel (ou qualquer outra peça mágica) de todas tentações e todas corrupções. Purifique isto para meu uso e lvpara Vosso serviço. Apollonius Sohistes 1996.

2.2. Peças e funções.

Aqui serão citadas as principais ferramentas de altar, irão ficar alguns lapsos a serem corrigidos nos próximos textos

2.2.1. Athame.

Athame, ou Faca de Punho Negro. Esta arma ritual Geralmente tem dois gumes cegos. Suas funções são de abrir o circulo mágico, comandar os bons espíritos, punir os ruins. Direcionar e manipular as energias do ritual. Seu cabo em geral negro ou escuro que assim como a vela negra que representa a Grande Mãe, representam absorção, e o controle do poder. Se você for se aprofundar nos estudos sobre a religião Wicca tome cuidado para não confundir o Athame com a Bolline.

2.2.2. Pentaculo.

Embora a aparência e o uso o Pentaculo e o Pentagrama, de tem particularidades, como veremos abaixo na citação do livro “Wicca para todos”. O Pentaculo normalmente é desenhado ou talhado em discos mais ou menos do tamanho de um pires de café que pode ser feito de “N” tipos de material os quais podem ser de madeira, plástico, metal. O Pentagrama por sua vês é uma estrela com um circulo em seu entorno normalmente feito de metal, ou plástico. Alem de ser carregado normalmente com seu usuário. Independente de qual seja sua posição é central esta localizado entre a vela da arte e o caldeirão.

“Pentáculo: um objeto ritual (normalmente um pedaço circular de metal, madeira ou barro) com uma estrela de 5 pontas (Pentagrama) em seu interior, pintada ou gravada. É um dos Instrumentos Mágicos e representa o elemento Terra

Pentagrama: uma estrela de 5 pontas entrelaçada, com uma das pontas para cima, dentro de um círculo. O Pentagrama é um símbolo, ao invés de um pentáculo que é um objeto (um disco com um Pentagrama gravado ou desenhado). É considerado o maior símbolo da Bruxaria.“

2.2.3. Caldeirão.

Como brinca Prieto em, Wicca para todos, “ao contrario do que se pensa ele não era utilizado para cozinhar criancinhas” esta inesquecível ferramenta. Representa-lhes o útero da Deusa ele por si é a fertilidade, a mudança, a dele os cereais saem como alimento às ervas como remédio, Não ferve maldições.

Ele pode ser de ferro ou de barro não à importância se este é pequeno ou gigantesco, apenas recomenda se que comporte ao menos um litro de água. Simbolicamente possui três pequenos pés que remetem as três fases da Deusa; donzela, mãe, e anciã. Alem de no ritual de Yule ser dentro dele que se acende uma chama podendo esta ser com uma vela (locais mais fechados) ou oferendas inflamáveis a serem “levadas” a Deusa. O Caldeirão situa-se no mesmo eixo do pentagrama um pouco mais ao sul.

2.2.4. Cálice.

Assim como o caldeirão o Cálice, também representa o útero da Deusa, nele se transmutam bebidas como na consagração Crista. Com seu corpo sendo feito geralmente de metal, mas isto não impede que o mesmo seja feito de pedra, vidro, cristal, fibra, ETC. assim como o caldeirão o cálice também representa o elemento água, sua posição no altar é do lado oeste assim como o ídolo a Deusa.

2.2.5. Bastão.

Aqui poderíamos tratar de outro tema como varinha, mas de cinco livros recomendados por sites do gênero neste requisito três, tratam como Bastão. Tem as mesmas funções do athame. Pode ser feito de madeira sendo esta uma raiz ou um galho, hoje costuma – se utilizar tubos metálicos, em muitos costuma – se utilizar cristais de quartzo, ou outros minerais, ou alguns casos ornamentam – se os Bastões de madeira. Alem de abrir o circulo e manipular as energias, com os bastões pode – se mexer o caldeirão, praticar ritos como por exemplo o de fertilidade onde é mais utilizada a vassoura, mas isto é material de um próximo trabalho.

2.3. Velas.

São Três os tipos de vela comuns no altar. Estas representam os Deuses, e a Religião.

2.3.1. Vela da Arte.

Representa a religião Wicca, sendo esta vermelha mas pode mudar a depender do Coven ou do Bruxo, de acordo com a fase da roda do ano, a vela vermelha representa a fase mãe da Deusa, assim como estes significados da pigmentação vermelha; Saúde, Energia, Potência Sexual, Paixão, Amor, Fertilidade, Força, Coragem, Vontade de Poder, aumenta o magnetismo em um Ritual. Energia dos Signos de Áries e Escorpião. Obtidos por um apanhado de informações dos sites Olden Religion, Spectrun new gotic.

2.3.2. Vela do Deus.

Esta vela é tradicional a vela branca, colocada a leste do altar, representa o Deus Cornifero, esta vela tem como significado trazer; É a mistura de todas as cores. Alinhamento Espiritual, Limpeza, Saúde, Verdade, Poder, Pureza, Grandes Realizações, Totalidade. Usada em Rituais que envolvam Energia Lunar.

2.3.3. Vela da Deusa.

Esta vela é de cor negra, associada pelos cristãos em sua maioria ao Satanismo que é na pratica uma inversão do Cristianismo os atributos da vela de cor preta são; Abre os níveis do inconsciente, usada em Rituais para induzir um estado de meditação, simboliza também a negatividade à ser banida. Nos casos de Rituais de devolução, reversão, desdobramento, anulação de forças negativas, discórdia, proteção, libertação, repele a magia negra e formas mentais negativas. Energia de Saturno.

3. Deuses

Embora estejamos no século XXI, esta neo pagã mantém, o politeísmo . E neste capitulo falaremos sob alguns deles, uns mais conhecidos do que os outros. Se considerarmos a Grande Mãe e os demais será nos comentários sobre esta deusa que encontraremos as citações da maioria dos teóricos citados neste livro. Alias se fôssemos abordar todos os Deuses desta religião teríamos um artigo apenas a respeito dos mesmos e na sua maioria com atributos dos santos do Cristianismo, “a Igreja usurpava as características e os dons dos deuses pagãos para os seus santos. GARDNER, Gerald B. A bruxaria hoje. PDF. P-07”

2.1. Grande Mãe.

É citada como Gaia, Deusa mãe, Grande Deusa, Grande Mãe. É a divindade feminina, que representa o planeta como deusa. Na religião representa a imortalidade divina que você compreenderá melhor quando estivermos falando da roda do ano logo mais. Esta imagem é a mais utilizada na internet para representá-la. Se repararmos nos cabelos “N” tipos de folhagem como formão seus cabelos, as pedras seus ossos, o vento seu respirar. como citado por mircea eliade no livro sagrado e profano

O profeta indiano Smohalla, da tribo Unatilla, recusava se a trabalhar a terra. “É um pecado”, dizia, “ferir ou cortar, rasgar ou arranhar nossa mãe comum com trabalhos agrícolas.” E acrescentava: “Vós pedis me que trabalhe o solo? Iria eu pegar uma faca e cravá-la no seio de minha mãe? Mas então, quando eu já estiver morto, ela não me acolherá mais em seu seio. Pedis me que cave e desenterre pedras? Iria eu mutilar-lhe as carnes a fim de chegar a seus ossos? Mas então já não poderei entrar em seu corpo para nascer de novo. Pedis me que corte a erva e o feno, e que o venda, e que enriqueça como os brancos? Mas como ousaria eu cortar a cabeleira de minha mãe?” Eliade, Mircea. Sagrado e profano. PDF. P69.

De acordo com o livro “mitologia Grega, de autoria” os cultos a grande mãe vem do segundo período do neolítico. Mas não vamos esquecer que o culto a esta divindade não é exclusividade dos Celtas sendo que esta divindade é cultuada na Índia, na Grécia, em Roma, claro que a locais menos conhecidos que a cultuam e precisaríamos de mais embasamento para citalos.

2.2. Cornifero.

Homem Verde, Cernunnos, Cornifico ou Cornifero, a depender do autor é o principio masculino, como comentamos anteriormente, “Grande Mãe é o principio feminino imortal, que da a idéia de tempo continuo, mas já comentamos a existência de um calendário chamado de roda do ano, conhecer Cornifero é a primeira parte para entender este ciclo”. Cornifero é o principio masculino, e mortal. Representa o ano cíclico sua vida se passa nas oito estações da roda do ano. Embora reverenciado e cultuado para proporcionar caças fartas e ao mesmo tempo proteção.

O Deus da fertilidade filho e esposo da grande mãe. Cornifero muitas vezes é confundido com o demônio cristão cujo qual dos nomes corriqueiros a ele aplicado o único que se aplica etimologicamente é Satanás, e por leigos na mitologia Cornifero é confundido com um Fauno da cultura romana. Falaremos mais sob ele no item roda do ano.

3. Roda do ano.

Vivemos em uma sociedade que dividiu seu ano em quatro estações Primavera, Verão, Outono, e Inverno, da mesma maneira a religião Wicca divide sei ano em oito “estações” elas retratam o ciclo da Deusa. Tendo ênfase da concepção a morte do Deus de chifres. Estas estações se é que podemos falar assim são, Yule, Ibolic, Ostara, Beltane, Summer solstice, Lughnasadh, Mabon, Samhain.

3.1. Yule.

O Yule ocorre entre os dias 19 e 22 de Dezembro no hemisfério norte, 19 a 22 de Junho no hemisfério sul. Representa a ressurreição de Cornifero, a criança da prometida que representa, o retorno dos dias de sol sendo seu nascimento no solstício de inverno, a noite mais longa do ano.

3.2. Ibolic.

Celebrado no hemisfério norte em 2 de fevereiro, e no hemisfério sul entre 31 de julho e 1 de agosto. Simboliza a recuperação da deusa após o nascimento de Cornifero, os dias vão aumentando progressivamente, com o aumento dos raios de sol vingam as plantas da primavera. Em nova fertilidade para a Deusa.

3.3. Ostara.

Celebrado em 21 de março no hemisfério norte, e 21 de setembro no hemisfério sul. O Deus cresse vigorosamente, este é o equinócio de primavera, oficialmente o primeiro dia de primavera, enquanto o manto fértil da Deusa emana exuberância e fertilidade. E o Deus delicia – se com as diversidades da naturesa.

3.4. Beltane.

01 de maio no hemisfério norte, 31 de outubro no hemisfério sul. Marca a passagem de Cornifero da juventude para a vida adulta, é quando Deus e Deusa se apaixonam e fazem amor sobre a relva florida, uma curiosidade é que nas comemorações de Beltane costuma – se dançar em torno de um poste segurando fitas este poste representa um Fallus, esta fase celebra a união dos Deuses onde Gaia que em Yule se convergiu em mãe agora é amante de Cornifero que outrora fora seu filho.

3.5. Litha.

Também chamado de solstício de verão, ocorre em 21 de junho no hemisfério norte, e 21 de dezembro no hemisfério sul. É o período das primeiras colheitas, dos dias mais duradouros. É tempo da batalha de irmãos onde claro e escuro disputam seu espaço, após Deus e Deusa se unirem e empresarem suas vontades na terra. Aqui o rei azevinho vem a assumir seu trono até Yule.

3.6. Lughnasadh.

Comemora – se os frutos da primeira colheita, ocorre em 01de agosto no hemisfério norte e 01 de fevereiro no hemisfério sul. Os cristãos o chamam de lammas que do latim vem como “muito pão”. Nesta celebração a Deusa precisa, de repouso, o Deus da à vida, para a fertilidade da Grande Mãe. É neste período que as plantas da primavera, estão prontas para a colheita, e com suas semente garantem colheitas futuras.

3.7. Mabon.

Ocorre em 21 de setembro no hemisfério norte, e 21 de março no hemisfério sul. É o equinócio de outono, onde pela segunda vez o sol esta alinhado sobre o equador e as noites tem exatamente a mesma duração. Neste período se realiza a maior colheita do ano curiosamente no fim do mês de março inicia se, o que os especialistas do governo Brasileiro em especial do departamento de Agricultura chamam de Safra (as grandes colheitas de soja, milho, algodão, ETC). Após dar a vida pela fertilidade do solo, em Mabon o Deus prepara – se para a jornada ao desconhecido em direção ao recomeço, ao mesmo tempo as plantas começam a perder as folhas que vão perdendo, para manter suas energias para o inverno, e os animais armazenam alimentos em seus abrigos. Ao lado do deus que definha dia a dia com os dias ao enfraquecer, o Deus vai ficando mais fraco e com isto a semente da promessa se desenvolve no útero da Deusa que permanece ao seu lado.

3.8. Samhain.

Celebrado entre 30 de abril e 01 de maio no hemisfério sul, 31 de outubro 01 de novembro no hemisfério norte. Representa a morte definitiva de Cornifero que renascera no solstício de inverno “Yule”, de fato é uma das maiores comemorações do ano Wicca, sendo dado, a comemoração, o nome de dia das bruxas, é engraçado lembrar que no Brasil também se comemora o dia das bruxas, mas no mesmo dia que no hemisfério norte, por que de uma aculturação mal interpretada. Segue se um ano de reflexões sob os acontecimentos desta Roda do Ano.

4. Inquisição

Como sabemos na inquisição, o Cristianismo perseguiu e quase extinguiu diversas religiões dentre as quais estava a Wicca, que de certo modo foi a marca da Idade Media creio que você leitor compreendera esta ironia (os Wicca denominam seus ritos de bruxaria, a inquisição era uma caça as bruxas) neste trecho vemos o platô de perseguição que a Wicca recebeu

"Enquanto o culto declinava, algumas práticas comuns devem ter sido perdidas. Gardner G. B. A Bruxaria Hoje (PDF). Ao - longo dos anos de inquisição muito da cultura Wicca foi perdido, alem de muitos Wiccanos que precisarão negar seus Deuses. para salvar as próprias vidas do cristianismo e seu respeito a o próximo.

Não precisamos ir longe no distrito federal um centro de educação infantil foi acionado judicial mente por induzir cento e oitenta crianças ao cristianismo, esta realidade da oração “universal” esta presente na grande maioria dos momentos cívicos que ocorrem nas escolas publicas brasileiras as quais deveriam ser laicas,segundo a CF-1988

Ultimas palavras.

Este texto traça de modo rápido um pouco da cultura Wicca, que seria importante votarmos a de bater em trabalhos futuros, sendo esta uma das Religiões mais antigas do mundo. Estes apanhados seguem para traçar sua história até Wicca em Mato Grosso Do Sul como neste texto tratamos de modo básico Wicca nas idades Antiga e medieval, unindo a uma ponte com fatos atuais. Em breve teremos um novo trabalho com os períodos moderno e contemporâneo, antes de tratarmos das particularidades de Ferramentas, Panteão, Ritos, e ETC.

Referencias:

Abrawicca (Associação Brasileira da arte e filosofia da religião Wicca) http://www.abrawicca.com.br

Apollonius Sohistes. Ritual Da Consagração Das Armas Mágicas Menores. 1996.http://www.livroesoterico.amplarede.com.br

Brandão, Junito de Sousa. Mitologia grega, Petrópolis: Vozes, 1986, v.1-2.

Eliade, Mircea, O sagrado e o profano. Tradução de Rogério Fernandes. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

Gardner G. B. A Bruxaria Hoje (PDF).

Millennium , Wicca - A bruxaria saindo das sombras, (devido a se tratar de um PDF este não traz editora e data.)

Prieto, Claudiney. Wicca para todos. 2009

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Cultura de Mato Grosso do Sul

Este artigo ou secção contém uma lista de fontes ou uma única fonte no fim do texto, mas estas não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde setembro de 2011)
Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodapé citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessário.



A cultura de Mato Grosso do Sul é o conjunto de manifestações artístico-culturais desenvolvidas pela população sul-mato-grossense. A cultura tradicional estadual é uma mistura de várias contribuições das muitas migrações ocorridas em seu território.


Gastronomia
Principais pratos típicos do estado: sopa paraguaia, chipa, arroz carreteiro, peixe ao urucum de Corumbá, caldo de piranha, Puchero (vaca atolada, pucherada...), sobá, tereré, etc.



Salgados
Arroz Carreteiro: carne picada, salgada,cozida com arroz. Antigamente a carne era levada pelos peões entre a sela e o lombo do cavalo e salgada pelo suor do mesmo.

Arroz boliviano. carne moida, batata, pimentão, milho verde, ervilha, banana, queijo, cebola, tomate, alho ovos e limão.

Carpaccio de Dourado

Caribeu, charque ou carne seca, agua, tomate, cebola, pimentão, alho, pimenta, e cheiro verde.

Chipa: tipo de pão de queijo em forma de "u" ou alongado.

Churrasco com mandioca: carne bovina ou de peixe assado no espeto, em suportes, sobre carvão em brasa, geralmente acompanhada de mandioca frita e/ou cozida.

Varios tipos de farofa

Furrundu, doce de rapadura com mamão.

Nhoque de mandioca.

Pacu assado e recheado e sem espinhas

Pamonha de milho verde cozida

Puchero/Pucherada

Quibebe de mamão

Sobá: comida japonesa feita com um tipo de macarrão mais fino.

Sopa paraguaia: bolo salgado feito com cebola, milho e queijo

Saltenha:empanado recheado com frango desafiado e batata, bem picante.

Sarrabulho : caldo grosso feito de miudezas de boi, carne, batata em cubinhos e ervilha.

BebidasPrincipais bebidas típicas do estado:

Tereré: infusão de gelada ou natural de erva-mate podendo ser ou não aromatizada servido numa guampa "de Chifre ou plastico", canequinha de "aluminio, bambu, plastico, vidro, lata de olho"; bebida-símbolo de MS;

Caldo de Piranha: feito um pirão de piranha e coado, tomando-se o líquido. Costuma-se tomar o caldo de piranha em cumbucas bem apimentados. O caldo pode ser engrossado com farinha de mandioca.

Chimarrão: infusão de água quente e erva-mate servido numa cuia de porongo introduzida no estado pelos povos oriundos da região sul.

Cachaça de alambique: cachaça retirada diretamente da bica e vendida

Licor de pequi: bebida doce á base de álcool e pequi, tambem comum em goias.

Mate Chimarrão Libra: refrigerante feito de erva-mate que é muito popular na cidade de Corumbá.

Sorvete de bocaiuva: sorvete feito da farinha de Bocaiúva.



Símbolos
Arara Azul

Tuiuiú

Tereré

Trem do Pantanal

Pantanal

Música
 Instrumentos musicaisViola-de-cocho: instrumento construído artesanalmente pelos próprios violeiros, que usam materiais da região, como a madeira do sarã ou timbaúba (ou chimbuva), cola de poca, cordas de tripa de bugio ou de ema. Estudada por alguns pesquisadores, acredita-se que a viola de cocho tenha se originado do alaúde, instrumento musical usado durante a Idade Média que, vindo do Oriente Médio chegou à Europa. Imagina-se que tenha chegado ao Pantanal por volta do século XVIII, pela Bacia do Prata, único elo de ligação da Província de Mato Grosso com o mundo naquela época.

Sertaneja:Grande nomes da musica das cidades do Mato Grosso do Sul como: Munhoz e Mariano, João Bosco e Vinicius,Victor e Vinicius,Maria Cecilia e Rodolfo, Luan Santana e muitos outros nomes.

GênerosGuarânia

Chamamé

Polca Paraguaia

Vanerão

Sertanejo

Danças
 típicasEm Mato Grosso do Sul, as quadrilhas estão restritas às escolas e algumas associações, numa tentativa de aproveitamento folclórico. São raros os grupos originais, geralmente do meio rural, que conservam algumas partes da quadrilha, como as contra danças inseridas nas comemorações locais. O Estado do Mato Grosso do Sul pode ser mapeado e dividido em 4 partes, de acordo com as danças:



Região de Campo Grande

Compreende a capital e região central do estado. Influência paulista, mineira e e sulista.



Polca-rock: gênero que se baseia em ritmos fronteiriços, como a polca-paraguaia, o chamamé, a guarânia, o rasqueado, cururu e outros movimentos musicais que englobam o 3/4.

Região do bolsão

Compreende a porção nordeste do estado - relativa à bacia Sucuriú de Costa Rica a Três Lagoas, incluindo os municípios de Camapuã e seus distritos. Possui influência paulista e mineira.



Arara, Cobrinha ou Revirão: muito comum no resto do Brasil, recebe vários nomes, como a dança da vassoura ou dança do chapéu. Sua execução começa com um dançador, que deve tirar outro e outro, até que a fila apresente-se longa, virando ora para um lado, ora para o outro, fazendo movimentos semelhantes aos de uma cobra. Em determinado momento, os dançadores juntam-se aos pares e aquele que estiver sozinho deve requisitar o par do outro. Quando a música é interrompida, aquele que estiver só, deve pagar uma "prenda" , geralmente declamando um verso.

Caranguejo: dança de roda que é desenvolvida aos pares que batem palmas e sapateiam, permeando com volteados e passeios. Ë uma ciranda executada nos bailes rurais, nos momentos em que tendem a desanimar.

Catira: É dançada ao som da moda de viola e alegrada pelos "recortados", quando os dançadores intercalam longa série de sapateado e palmeado. É uma dança só de homens, e a mulher raramente participa dela, apenas em momentos de reserva familiar. Geralmente é dançada nas festas antes de começar o baile.

Engenho de Maromba: possui ritmo valseado e seus movimentos imitam o movimento do Engenho de Cana. As fileiras de homens e de mulheres rodam em sentidos contrários entre si, entrecruzando-se na evolução. Os versos cantados no engenho são "chorados" como o próprio engenho de cana. É uma dança executada em finais de baile como forma de despedida.

Engenho Novo: dança cuja coreografia assemelha-se ao movimento do engenho de cana, e seus versos lembram passagens de trabalho com essa máquina e também conversas entre seus operadores. Ao contrário da dança anterior, a música possui andamento rápido e alegre.

Sarandi ou Cirandinha: ciranda que mantém a mesma melodia da roda infantil Ciranda, Cirandinha. É uma dança de roda, em que os pares dão meias-voltas e voltas inteiras, trocando seus pares. Esse movimento é repetido tantas vezes quanto é o números de pares, intercalando, cada um apresenta seu verso para a moça, para o rapaz ou para o público presente.

Região do Complexo do Pantanal

Compreende a porção oeste do Estado. Cultura pantaneira, desde a fundação de Corumbá e com a formação da cultura Cuiabana no século XVIII, possuindo influência gaúcha, paraguaia, boliviana e argentina.



Cururu: atualmente se caracteriza como uma brincadeira, mas ainda preserva alguns passos de dança, executados pelos violeiros, como flexões simples/complicadas, a fim de proporcionar animação. É praticada apenas por homens que tocam suas violas de cocho e ganzás ou cracachás (reco-recos), cantando versos conhecidos ou improvisados, conforme o momento requerer e as toadas falam das coisas do cotidiano pantaneiro.

Siriri: dança animada em que os pares colocados em fila ou roda descrevem gestos alegres e gentis, com palmas aos pares e ao som de toadas. Os movimentos são de fileiras simples, duplas, frente a frente, roda e túnel. Recebem nomes como: barco do alemão, carneiro dá, canoa virou, "vamos dispidi". Os instrumentos usados para música são: viola de cocho, reco-reco, (ganzá) de bambu com talho no sentido longitudinal e tocado com um pedaço de osso e o mocho ( tambor) tocado freneticamente com dois bastões de madeira.

Região sul e fronteira

Compreende a porção sul e sudeste. (influência paraguaia, japonesa e gaúcha).



Chupim: dançado ao som/ritmo da polca paraguaia, com três pares. Seus movimentos imitam as asas da ave de mesmo nome, ao cortejar a fêmea. Às vezes, encontra-se a figura do Carão, que imita o pássaro do mesmo nome e é tido como ave de rapina que tenta a todo momento "roubar" a dama do companheiro. À esses movimentos acrescentam-se toques de castanholas, com os dedos, da aculturação espanhola. Seus movimentos são cadena, tourear o par, dançar e rodar o par.

Mazurca: também chamada de rancheira, muito comum no sul do Brasil, seguindo a mesma configuração dos bailes do Sul.

Palomita: é uma dança de salão que é executada ao som de polca paraguaia ou chamamé, embora no Paraguai seja utilizada a música palomita para essa dança. Há revezamento entre os casais.

Polca de Carão: a dança consiste em uma brincadeira de um dos dançantes para "levar um carão", ou um "fora" do seu pretendido par. A dança de salão continua até que os outros "levem um carão".

Toro Candil: não se caracteriza como dança nem como folguedo. É considerado uma brincadeira feita com o boi (toro em espanhol), feito de arame, pano e a ossatura natural da cara do boi, abatido para a festa. Duas tochas acesas são colocadas ao chifre do boi candeeiro ( Candil - em espanhol). Os brincantes mascarados (mascaritas - em espanhol), apresentam-se travestidos para não ser reconhecidos (tanto homens, quanto mulheres), brincam entre si, mudam a voz e falam em idioma Guarani. Antes da chegada do Toro, fazem a brincadeira bola-ta-ta, uma bola de pano, embebida em óleo e acesa. Chutam a bola de um para outro brincando até que a mesma se apague. Em seguida, entra o toro Candil para alcançar o auge da festa. Quando se acham cansados, vão para o salão e dançam ( podendo ser homens com homens ou com mulheres, mesmo porque eles não se conhecem) ao som de salsas e merengues.

Xote aos Pares ou Xote de Três: equivale ao Xote de Duas Damas da Região Sul do Brasil.

Xote Inglês: Essa dança trazida para o sul do estado pelos colonizadores do sul do país, consiste em um formato de se dançar xote levando-se em conta o ritmo da música que é marcada por duas partes bem definidas; a primeira o ritmo leva a marcação do giro executado pelo par, com seis passos girando para a esquerda e posteriormente seis passos girando para a direita, na sequência, marca-se dois passos para a esquerda e dois passos para a direira e completa um giro para a direita com três passos, repete-se essa segunda parte. Depois volta ao início e a dança continua até o fim.



BibliografiaSigrist, Marlei - "Chão Batido" - Editora UFMS - Campo Grande MS - email: sigrist@enersulnet.com.br

sábado, 1 de maio de 2010

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terça-feira, 13 de abril de 2010

Questionários do Prof. Domingos Aguiar - Disciplina: Fundamentos Históricos e Filosóficos

A origem da filosofia
Com base no texto o convite a filosofia de Marilena Chauí
Responda:
1. Porque se diz que a filosofia é o estudo do espírito?
2. A filosofia é grega porque se afirma isto?
3. Destaque as idéias básicas que denotam o legado (herança) da filosofia grega para o ocidente europeu?
4. Quando surge a filosofia?
5. Quais foram as primeiras perguntas feitas pelos primeiros filósofos?
6. De o conceito e a diferença entre mito e filosofia?
7. Cite as condições históricas para o surgimento da filosofia?
8. Destaque as principais características da filosofia?
9. Cite os períodos da filosofia grega e os períodos nos quais ela muda seus conceitos?
10. Resuma cada um dos períodos da filosofia grega (mudança de conceitos)?
11. Interprete destacando as idéias básicas do “mito da caverna”?
12. Faça um breve resumo dos principais períodos da historia da filosofia?
13. Resuma os aspectos da filosofia contemporânea?
Respostas
1. A verdade não pertence a ninguém ela é que buscamos e esta diante de nos para ser contemplado pelos olhos do espírito.
2. Sua origem em suas causas é de fato e ações humanos tipicamente gregos visto em seu modo de pensar e de se expressar mesmo em ação e técnica diferentes de outras culturas
3. A natureza obedece às leis dos princípios universais -a idéia de leis universais- a idéia de que o pensamento também opera por estas leis-a idéia de moral, ética, política,... –os acontecimentos humanos e naturais são necessários a idéia de que o ser humano retém o verdadeiro conhecimento.
4. Vemos que antes de Anaxímenes os poetas já usufruíam de tom e pensar filosófico.
5. As origens elementares, o porquê do nascer e morrer, o ciclo da vida.
6. O mito de uma explicação “definitiva”, mas incompleta para o “ser” a filosofia estuda o “ser” por completo.
7. Fugir das condições da imaginação imposta pelo mito. Questionar as “lendas” marinhas_ avançar sob as regras de um mundo cíclico_ avanço econômico_ surgimento das polis.
8. Racionalidade, respostas, e pensamento lógico e generalizado.
9. Grécia homérica, dos sete sábios, clássica, helenística. Quanto AC sua mudança: cosmológico, antropológico, sistemático & Greco-romano.
10.
· Os 400 anos abordados por Homero.
· Surgimento das cidades estado.
· O desenvolvimento intelectual triunfante de Atenas.
· Domínio pelo império romano.
· Busca dos fundamentos de causa e transformações da natureza.
· Aprofundamento intelectual sob o ser humano.
· A unificação do método de pensar.
· A miscigenação das culturas grega e romana
11. Somos pessoas comuns acorrentados a uma símia realidade ao sermos libertos tentaremos chamar outros a serem intelectuais mesmo debaixo de zombarias e poucos nos dariam ouvidos: mostra a reação da sociedade grega por com os filósofos.
os acorentados são as pessoas da sociedade comun, as sombras são o entender desta sociedade, o liberto é o filosofo, a tentativa de libertalos é a exposição destes pensamentos, a umilhação é o "positivismo humano" os poucos a olvir somos nós futuros intelectuais.
12.A Filosofia na HistóriaComo todas as outras criações e instituições humanas, a Filosofia está na História e tem uma história.Está na História: a Filosofia manifesta e exprime os problemas e as questões que, em cada época de uma sociedade, os homens colocam para si mesmos, diante do que é novo e ainda não foi compreendido. A Filosofia procura enfrentar essa novidade, oferecendo caminhos, respostas e, sobretudo, propondo novas perguntas, num diálogo permanente com a sociedade e a cultura de seu tempo, do qual ela faz parte.Tem uma história: as respostas, as soluções e as novas perguntas que os filósofos de uma época oferecem tornam-se saberes adquiridos que outros filósofos prosseguem ou, freqüentemente, tornam-se novos problemas que outros filósofos tentam resolver, seja aproveitando o passado filosófico, seja criticando-o e refutando-o. Além disso, as transformações nos modos de conhecer podem ampliar os campos de investigação da Filosofia, fazendo surgir novas disciplinas filosóficas, como também podem diminuir esses campos, porque alguns de seus conhecimentos podem desligar-se dela e formar disciplinas separadas.Assim, por exemplo, a Filosofia teve seu campo de atividade aumentado quando, no século XVIII, surge a filosofia da arte ou estética; no século XIX, a filosofia da história; no século XX, a filosofia das ciências ou epistemologia, e a filosofia da linguagem. Por outro lado, o campo da Filosofia diminuiu quando as ciências particulares que dela faziam parte foram-se desligando para constituir suas próprias esferas de investigação. É o que acontece, por exemplo, no século XVIII, quando se desligam da Filosofia a biologia, a física e a química; e, no século XX, as chamadas ciências humanas (psicologia, antropologia, história).Pelo fato de estar na História e ter uma história, a Filosofia costuma ser apresentada em grandes períodos que acompanham, às vezes de maneira mais próxima, às vezes de maneira mais distante, os períodos em que os historiadores dividem a História da sociedade ocidental.
13. O conhecimento amplia-se e faz surgir um novo objeto de estudo, o próprio homem. Cada época abrange uma corrente de pensamento, juntamente com seus respectivos conceitos e pensadores. Entre os filósofos idealistas estão Descartes, Kant e Hegel. Já na tradição racionalista pós-cartesiana temos Pascal, Spinoza, Guilherme de Occam e Leibniz. No palco inicial do empirismo moderno os principais representantes são: Francis bacon, Locke, Berkeley e Hume. Dentro da filosofia política destacam-se os seguintes filósofos: Aristóteles, Thomas Hobbes, Jean-Jacques Rousseau, Engels, Maquiavel, Voltaire, Fichte, dentre outros. Já no positivismo temos Augusto Comte. O representante da crítica ao positivismo é Bérgson. Dentro da filosofia das Ciências ou Epistemologia temos como representante Bachelard. A concepção de materialismo tem como representante Karl Marx.Nas primeiras décadas do século XX, o mundo estava em crise. A filosofia também. Diversos pensadores passam a questionar o sentido da vida humana. Surge, assim, a tendência existencialista. Seus principais inspiradores: Kierkegaard, Nietzsche, Husserl, Heidegger, Camus e Sartre. O inconsciente representa papel fundamental na filosofia de Schopenhaue.Sob esse aspecto antecipou-se alguns dos conceitos mais importantes da psicanálise fundada por Sigmund Freud.No pensamento pós-moderno temos influências marcantes, tais como: Michel Foucault, Gilles Deleuze, Haber, mas, Richard Rorty, Adorno, Marcuse, dentre outros.

sábado, 10 de abril de 2010

REDAÇÃO SOB INTERNETES

Brauner M. S. S.
INDAGAÇÕES

Internetês, palavra estranha aos mais antigos. Comum aos jovens que nasceram neste universo. qual seria a origem destes ‘cripitografos’. “Ei vms tc o asunto” [Ei vamos teclar este asunto. Ou, sob este asunto].
Ao pesquisar sob este asunto na internet. Encontramos curiosos “dicionarios” de internetes, nerds, e otakus(este ultimo uma micigenação mau intercalada de portugues com japones). E coisas mais abisurdas nestes sites ditos de pesquisa onde jovens e crianças. Afirmam ser excelentes fontes para trabalhos, mas até o jeca tatu posta comentarios e argumentos. Exenplo: há uns tres anos eu estava pesquisando ISAAC NIWTON e encontrei na concluclusão deste na wikipedia: a citação , newton era amigo de Paiva ‘pq’ ele era muito inteligenti.
Já buscando por internetes no pior dos sites deste genero a “deciclopedia” cita que: uma patricinha adotou estas abreviaçoes informais nos “msn´s” da vida em dialogos com as amigas. Alguntempo depois passou a utilizar novas liguagens em suas redações e provas “avas”, o que a levou a coordenação academica,ao tornar a sua sala foi aclamada pelos colegas como heroina (o site cita) não a droga mas uma bem feitora.
Agora cabe a nós educadores de século XXI desvincular esta pexima linguistica “moderna” do universo linguistico fluente. O melhor metodo de nos aproximarmos desta juventude entrarmos em seu universo. Mas nos manter neste universo pode nos deixar confusos e presos a nossas limitações.

Academico:Marcelo Samuel Siqueira Brauner
CURSO DE:Historia SEM:1º
PROVA DE: LINGUAGEM E NOVAS TECNOLOGIAS EM SISTEMAS EDUCATIVOS EM:24/03/2010
PROFA.: MARIA FERNANDA B. DANIEL DE ALENCASTRO

sábado, 9 de janeiro de 2010


Pré-sal pode tirar Brasil do rumo certo, diz Lester Brown
Por: O Estado de S. Paulo
O americano Lester Brown, um dos principais pensadores da chamada economia ecológica, é um homem de fala mansa e semblante sério. E gosta de dar conselhos. Para o Brasil, onde esteve na semana passada para divulgar seu novo livro, Plano B 4.0 - Mobilização para Salvar a Civilização, o recado foi claro.

O País não deve se perder nas brumas das promessas do petróleo do pré-sal e manter firme sua aposta nas energias renováveis, opção que deve ganhar peso depois da Cúpula do Clima de Copenhague, em dezembro."Encontrar mais petróleo agora pode ser um indicador de progresso. Mas, até conseguir tirá-lo do fundo do mar, talvez ele já faça parte da história."
Fundador do Worldwatch Institute (WWI), em 1974, e atual presidente do Earth Policy Institute, entidade de pesquisas interdisciplinares com sede em Washington, Brown deu a seguinte entrevista ao Estado.
Qual é o plano B para a humanidade?
A razão para pensarmos em um "plano B" é que o "plano A", o business as usual, não está funcionando muito bem. Se continuarmos no mesmo caminho econômico, o destino será o colapso climático. Isso porque, com o objetivo dar sustentação à atividade econômica, estamos destruindo os sistemas naturais. Para manter a agricultura, estamos destruindo as florestas; as savanas, levando os solos à erosão. Estamos colocando os oceanos em colapso, acabando com os estoques pesqueiros, e por aí vai. O "plano B" é uma resposta a essa situação, uma oportunidade para que o mundo reconheça o colapso que vem sustentando a civilização.
E quais seriam os ingredientes desse plano B?
Ele é feito de quatro propostas: estabilizar a população; estabilizar o clima; erradicar a pobreza e restaurar os sistemas naturais que dão suporte à economia: as florestas, os solos, a biodiversidade, as reservas de água. É um plano ambicioso, mas temos que nos movimentar rápido. Em vez de perguntar aos líderes políticos se eles vão reduzir as emissões de carbono, temos que perguntar em que percentual e com que agilidade eles o farão. Em vez de dizer que os países ricos devem cortar suas emissões de gases estufa em 80% até 2050, o que é muita coisa, vai ser preciso uma movimentação de guerra para fazer com que isso aconteça na velocidade necessária.
Então o sr. parte do pressuposto de que os países assumirão metas mais agressivas de redução do CO2?
A questão central não é o quanto difícil será fazê-lo, e sim o quão difícil as coisas se tornarão se não fizermos nada. Eu me refiro aos níveis do mar, por exemplo. Os últimos estudos a que tivemos acesso mostra que o nível dos oceanos pode subir dois metros. Imagine o impacto disso. Estamos criando um mundo que não vamos reconhecer mais.
E os custos da adaptação às mudanças climáticas serão gigantescos.
Sim. Pense na agricultura, por exemplo. A agricultura que conhecemos hoje é baseada na estabilidade climática. Basicamente, ela é pensada para maximizar sua produção dentro do atual sistema climático. Se ele mudar, a agricultura mudará de uma forma sem precedentes. Essa é uma ameaça muito real. Então temos que acordar e agir a tempo para responder a esses desafios, ou então chegaremos ao ponto sem retorno. A natureza é a senhora do tempo, mas não podemos ver o relógio. Não sabemos quanto tempo nos resta, na prática, para reduzir as emissões de CO2.
O sr. acredita que estamos perto do ponto sem retorno?
Penso que estamos perigosamente perto. E muitos, muitos cientistas do clima pensam que estamos perigosamente perto. Se o nível do mar subir sete metros, teremos que redesenhar o mapa do mundo. O Brasil, por exemplo, seria um país muito menor do que é atualmente. Imensas porções da Amazônia teriam de ser convertidas em agricultura. Praias como Ipanema podem desaparecer.
Em seu livro, o sr. sugere uma revolução tributária com o objetivo de colocar um preço sobre o carbono. Qual seria o caminho? É um cenário realista para o pós-Copenhague?
O problema é que o mercado não diz a verdade. O mercado incorpora os custos de produção de uma mina de carvão, por exemplo, e os custos de transportar e queimar esse carvão. Mas não incorpora os custos da mudança climática causada por esse carvão. O mercado incorpora os custos de bombear petróleo, levá-lo à refinaria, depois ao posto de gasolina. Mas não inclui os custos da poluição causada pela gasolina e o efeito disso para o aquecimento global. Não podemos confiar no mercado para ter acesso a esse tipo de informação.
Então se o mercado não mudar, nada muda?
Sir Nicholas Stern, ex-economista chefe do Banco Mundial, fez, a pedido do governo britânico, uma análise dos custos para o mundo das mudanças climáticas, documento que ficou conhecido como Relatório Stern. Lá ele descreveu a mudança climática como uma grande falha do mercado. E como o mercado falhou ao não incorporar esses custos da mudança climática na gasolina, na eletricidade gerada a partir de carvão. Então a chave agora é obrigar o mercado a nos dizer a verdade. Nos Estados Unidos, por exemplo, em vez de a gasolina custar US$ 3 o galão, custaria US$ 12 se incorporasse esses custos. Custaria muito mais caro, mas seria o preço honesto.
Dessa forma, o preço dos combustíveis passaria a incorporar os custos que eles trazem no longo prazo? Poluição, danos à saúde pública. Estamos no caminho para que isso ocorra? Não é impopular?
Sim, estamos no caminho. Se você perguntar aos economistas o que seria mais eficaz para reduzir as emissões, se um sistema de captura e comércio de emissões (cap and trade) ou se uma reestruturação nos impostos, 95% deles provavelmente diriam que é a mudança nos impostos. Porque é mais fácil de entender, mais transparente, todos saberão exatamente o preço sobre o carbono. E isso vai permitir uma mudança de comportamento, em resposta ao alto preço dos combustíveis fósseis. Isso significa, entre outras coisas, banir a construção de usinas a carvão, e nos voltaremos à energia solar, eólica e geotérmica, em grande escala.
Como estabilizar a população?
O que precisamos entender é o significado de crescimento exponencial, e a relação entre o número de pessoas que habitam o planeta e suas necessidades por água, terra, recursos naturais. Acho que não estamos entendendo bem essa equação. Metade da população do mundo hoje vive em países onde as reservas subterrâneas de água estão sendo bombeadas além da conta, os aquíferos estão baixando. E 80 milhões de pessoas são adicionadas à população diariamente, justamente nos países onde os solos estão em processo avançado de erosão, os aquíferos estão baixando, o que torna a situação ainda pior. Então, controle populacional é um fator chave, especialmente nos Estados não democráticos, como Somália e Afeganistão, onde o acesso à educação é precário.
O sr. é um dos pioneiros em tecer uma relação entre economia e ecologia. Nós estamos sendo hábeis em conectar as duas coisas?
Estamos começando a fazê-lo. Temos nomes emergindo, como o já citado Nicholas Stern, que olhou economicamente a questão da mudança climática e disse "olha, temos problemas". Uma das dificuldades é que os indicadores que usamos, que os governos usam na suas decisões, quase todos são indicadores econômicos. Todos os dias, todos os meses, recebemos dados sobre investimentos, emprego, produção, etc, e as decisões são tomadas. Mas nós não temos algo similar a respeito de erosão dos solos, as espécies que estão disaparecendo, ou sobre o que está ocorrendo com os aquíferos ao redor do mundo. Esses dados não estão disponíveis, e são muito mais importantes para o futuro da civilização. A exceção é a concentração de CO2 na atmosfera, temos essa informação diariamente. Então, a mentalidade ainda é governada pela economia. Mesmo na administração Obama. Eles ainda pensam só em termos econômicos, e nós precisamos de um modelo muito mais sofisticado.
Recentemente o governo brasileiro está bastante entusiasmado com as descobertas de petróleo na camada do pré-sal. Como o sr. vê isso? Um país reconhecido por uma matriz renovável mas que pretende explorar mais óleo no futuro. Não soa contraditório, no atual momento?
Descobrir petróleo, para um país, soa como um símbolo do sucesso. No caso do pré-sal, não será fácil tirá-lo do fundo do mar, será um processo custoso e dispendioso em energia. Além disso, com o tempo, o petróleo estará saindo de cena, será parte da história. Outro ponto a ser observado é a eletrificação dos sistemas de transporte, com mais veículos híbridos e elétricos entrando em cena. E a matriz renovável já está verificando um grande salto, a China está dobrando sua produção de energia a partir de fontes limpas. A Europa está montando um consórcio de empresas, como Munich Re, Deustche Bank, Siemens e ABB, que estão desenvolvendo uma usina de geração solar de grandes proporções no Norte da África. A luz do sol que atinge a Terra naquele ponto durante uma única hora é suficiente para fornecer energia para toda a economia global, por um ano.
E os negócios? As empresas estão realmente fazendo mudanças em seus modos de fazer negócios para alcançar a sustentabilidade?
Há algumas companhias que estão realmente planejando se tornar neutras em emissões de carbono, muito poucas. O obstáculo é que as indústrias vivem pelo mercado, num ambiente de mercado, e usam suas regras. Mas o varejo dá informação ruim aos consumidores. O mercado nos diz que combustíveis fósseis são baratos, mas na realidade eles são caros. Então, para que as indústrias se tornem de fato sustentáveis e para que a economia se torne sustentável, temos que fazer com que o mercado nos diga a verdade. E o modo de fazer isso é calcular o real preço da energia fóssil e incorporar esses custos.
Vivemos em um padrão de produção e consumo claramente insustentável. A era do descartável, da obsolescência programada. O sr. acha que iremos em algum momento sobrepor esse paradigma?
Estamos começando a mudar, mas a questão é: podemos mudar na velocidade necessária? Estamos em uma corrida entre pontos de inflexão, no campo político e natural. Podemos cortar as emissões rápido o suficiente para salvar as geleiras e o Himalaia? Começamos a nos mover nessa direção, mas ainda não na velocidade suficiente.
Como o sr. vê o papel do Brasil nesse cenário?
O Brasil está em uma situação única. Tem a grande riqueza de ter uma matriz onde mais de 40% da energia vem de fontes renováveis. Vocês fizeram a transição primeiro. O Brasil tem vasto litoral, ideal para parques eólicos, reservas de água, sol o ano todo. É o território ideal para uma economia de baixo carbono, e se mantiverem nesse caminho, atrairão muitos investimentos.